Um assunto que está dando o que falar na área de saúde é a vacinação contra a gripe H1N1. Nós recebemos mais de 800 perguntas na nossa página na internet. Tem muita gente preocupada.
Em muitos casos, a orientação é que a pessoa procure um médico antes de se vacinar. Às vezes, mesmo tendo uma doença crônica a pessoa não precisa necessariamente tomar a vacina. Um médico pode esclarecer essa dúvida.
A nova etapa da campanha vai até o dia 2 de abril. Ninguém precisa, também, ter pressa, correr até um posto. O Ministério da Saúde espera vacinar 20 milhões de brasileiros nesse período.
Veja algumas informações sobre a gripe A H1N1
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Vão ser vacinados os grupos que correm mais risco de ter complicações associadas a doença. Nesta segunda etapa, até o dia 2 de abril, serão grávidas, em qualquer período de gestação, bebês a partir de 6 meses e menores de 2 anos, pacientes de câncer e aids, pessoas de até 60 anos com doenças crônicas como diabetes, hepatite, hipertensão. Mas não são todas as doenças. É preciso procurar um médico para saber se é o caso de se vacinar.
“A hipertensão por si só não é um fator de risco para complicação pela influenza. Mas muitas vezes a hipertensão está relacionada a outras doenças cardiovasculares. O que nós orientamos é que as pessoas procurem seus médicos. Caso elas não estejam acompanhadas regularmente para saber se têm algum outro problema crônico especialmente cardiovascular e se teria indicação”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde Eduardo Hage.
Pessoas alérgicas podem tomar a vacina sem problema, só não pode quem tem alergia a ovo. Uma preocupação comum é se a vacina contra a gripe H1N1 tem efeitos colaterais fortes ou se pode levar alguém a desenvolver a doença. De acordo com o Ministério da Saúde, ninguém pega a gripe com a vacina e as reações costumam ser leves como dores no corpo e febre baixa e passam em até 48 horas.
“A vacina já foi utilizada em mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo. Não têm sido registrado, comprovadamente, eventos adversos graves, ou mortes relacionados ao uso da vacina. Portanto a vacina é segura e desde que iniciamos a vacinação também no país não há ocorrência de eventos graves associados ao uso dessa vacina”, diz o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde Eduardo Hage.
Pessoas com obesidade mórbida devem se vacinar. Já os idosos, com mais de 60 anos, e com doenças crônicas não devem ir agora aos postos de saúde. Eles serão vacinados em outra etapa, que começa no mês que vem.
domingo, 28 de março de 2010
Gripe Suína afeta mais os pulmões
O vírus A(H1N1), causador da gripe suína, replica-se com mais facilidade nas regiões próximas aos pulmões, podendo infectar o órgão, enquanto o da gripe sazonal costuma permanecer no início do trato respiratório, até a traqueia. Além disso, o novo vírus provoca quadros ligeiramente mais graves do que a influenza sazonal. Essas conclusões estão entre os principais resultados de dois estudos, publicados hoje na revista americana "Science", que comparam a evolução das gripes suína e sazonal. O trabalho foi desenvolvido com furões - pequenos mamíferos, que são considerados bons modelos para o estudo de doenças ligadas às vias respiratórias.
A influenza costuma afetá-los de modo semelhante aos humanos. As equipes responsáveis pelos dois estudos - uma dos Estados Unidos e outra da Holanda - infectaram animais com o A(H1N1) e com cepas responsáveis pela gripe sazonal. O grupo americano dissecou os animais para verificar se outros órgãos eram afetados. Descobriram que o A(H1N1) também estava presente no intestino dos mamíferos, o que pode explicar a maior incidência de diarreia e náusea na gripe suína, sintomas presentes em 40% dos infectados no mundo.
Houve, no entanto, divergência entre os pesquisadores sobre a capacidade de transmissão dos microrganismos. Para os cientistas holandeses, o novo vírus é tão eficaz quanto as variantes sazonais. Já os americanos consideraram o A (H1N1) menos transmissível. Nos experimentos, furões gripados conviveram com outros saudáveis, compartilhando apenas o ar. Segundo os pesquisadores, a menor transmissibilidade se explica por causa de uma proteína presente na superfície do novo vírus que liga-se de forma ineficiente às células do sistema respiratório, explica Ram Sasisekharan, coautor do artigo americano e pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A influenza costuma afetá-los de modo semelhante aos humanos. As equipes responsáveis pelos dois estudos - uma dos Estados Unidos e outra da Holanda - infectaram animais com o A(H1N1) e com cepas responsáveis pela gripe sazonal. O grupo americano dissecou os animais para verificar se outros órgãos eram afetados. Descobriram que o A(H1N1) também estava presente no intestino dos mamíferos, o que pode explicar a maior incidência de diarreia e náusea na gripe suína, sintomas presentes em 40% dos infectados no mundo.
Houve, no entanto, divergência entre os pesquisadores sobre a capacidade de transmissão dos microrganismos. Para os cientistas holandeses, o novo vírus é tão eficaz quanto as variantes sazonais. Já os americanos consideraram o A (H1N1) menos transmissível. Nos experimentos, furões gripados conviveram com outros saudáveis, compartilhando apenas o ar. Segundo os pesquisadores, a menor transmissibilidade se explica por causa de uma proteína presente na superfície do novo vírus que liga-se de forma ineficiente às células do sistema respiratório, explica Ram Sasisekharan, coautor do artigo americano e pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sábado, 6 de março de 2010
Tira dúvidas: vacinação contra a nova gripe
Governo explicou por que apenas alguns grupos serão vacinados.
As dúvidas mais frequentes sobre a vacinação contra a nova gripe, a maioria relacionada à vacinação de crianças, foram respondidas pelo Ministério da Saúde. Veja abaixo as respostas aos principais questionamentos:
Por que crianças acima de dois anos não podem tomar a vacina, já que elas vão à escola e estão expostas à contaminação?
De acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde, adotada por todos os países que adquiriram vacinas, não há indicação de vacinar toda a população, porque o objetivo da vacinação não é evitar a infecção pelo vírus. Os principais objetivos são manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e diminuir o risco de adoecer e o número de mortes associadas à influenza pandêmica nos grupos mais afetados durante a primeira onda.
A OMS estabeleceu quatro públicos prioritários: trabalhadores de saúde, gestantes, população indígena e população com doenças crônicas de base. No Brasil, um consenso entre o Ministério da Saúde e diversas instituições, com base em critérios epidemiológicos, definiu outros três grupos para a vacinação. Esses grupos apresentaram, na primeira onda da pandemia, maior chance de ter doença respiratória grave e, consequentemente, morrer. São as crianças saudáveis entre 6 meses e 2 anos, adultos saudáveis de 20 a 29 anos e adultos saudáveis de 30 a 39 anos.
Já que foi organizada uma campanha tão grande e complexa, por que não vacinar toda a população?
A vacinação em massa para a contenção de pandemia não é o foco da estratégia de enfrentamento da segunda onda pandêmica em todo o mundo. Os objetivos, como já dito, são: manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e reduzir o risco de desenvolver doença grave e morrer associado à pandemia da influenza. Esses objetivos somente serão alcançados se houver o cumprimento do que foi estabelecido, conforme parâmetros técnicos vigentes até o momento.
É importante esclarecer que, nas Américas, além do Brasil, Estados Unidos e Canadá incluíram na população alvo a ser vacinada a população saudável. A maioria dos demais países irá vacinar apenas os quatro grupos recomendados pela OMS, demonstrando, assim, o esforço do Brasil em vacinar o maior quantitativo de indivíduos com risco de desenvolver doença grave ou morrer por esta doença.
Confira o calendário de vacinação
É possível tomar a vacina em hospitais ou laboratórios particulares? Eles estão autorizados a comprar e aplicar a vacina?
Não há nenhum veto a que a rede privada disponibilize a vacina. Mas é importante ficar claro que a oferta da vacina na rede privada não é de responsabilidade do Ministério da Saúde.
Quem está fora do público-alvo para a vacinação corre algum risco se for vacinado?
A vacina é contra-indicada apenas para quem tem alergia a ovo.
Como funciona a regra das idades? Uma criança que tem dois anos e meio pode ser vacinada dentro do grupo que tem entre seis meses e dois anos de idade?
A vacina está indicada para crianças entre seis meses e menos de dois anos completos.
A vacina é aplicada por injeção ou é via oral?
Injetável, intramuscular, no braço direito ou esquerdo.
A vacina tem efeitos colaterais?
A vacina é segura e já está em uso em diversos países, sem evidências de ocorrência de eventos adversos graves associados ao seu uso. Mas é importante ressaltar que nenhuma vacina está livre de alguma ocorrência mínima de efeitos colaterais.
fonte: G1-SP
As dúvidas mais frequentes sobre a vacinação contra a nova gripe, a maioria relacionada à vacinação de crianças, foram respondidas pelo Ministério da Saúde. Veja abaixo as respostas aos principais questionamentos:
Por que crianças acima de dois anos não podem tomar a vacina, já que elas vão à escola e estão expostas à contaminação?
De acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde, adotada por todos os países que adquiriram vacinas, não há indicação de vacinar toda a população, porque o objetivo da vacinação não é evitar a infecção pelo vírus. Os principais objetivos são manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e diminuir o risco de adoecer e o número de mortes associadas à influenza pandêmica nos grupos mais afetados durante a primeira onda.
A OMS estabeleceu quatro públicos prioritários: trabalhadores de saúde, gestantes, população indígena e população com doenças crônicas de base. No Brasil, um consenso entre o Ministério da Saúde e diversas instituições, com base em critérios epidemiológicos, definiu outros três grupos para a vacinação. Esses grupos apresentaram, na primeira onda da pandemia, maior chance de ter doença respiratória grave e, consequentemente, morrer. São as crianças saudáveis entre 6 meses e 2 anos, adultos saudáveis de 20 a 29 anos e adultos saudáveis de 30 a 39 anos.
Já que foi organizada uma campanha tão grande e complexa, por que não vacinar toda a população?
A vacinação em massa para a contenção de pandemia não é o foco da estratégia de enfrentamento da segunda onda pandêmica em todo o mundo. Os objetivos, como já dito, são: manter o funcionamento dos serviços de saúde envolvidos na resposta à pandemia e reduzir o risco de desenvolver doença grave e morrer associado à pandemia da influenza. Esses objetivos somente serão alcançados se houver o cumprimento do que foi estabelecido, conforme parâmetros técnicos vigentes até o momento.
É importante esclarecer que, nas Américas, além do Brasil, Estados Unidos e Canadá incluíram na população alvo a ser vacinada a população saudável. A maioria dos demais países irá vacinar apenas os quatro grupos recomendados pela OMS, demonstrando, assim, o esforço do Brasil em vacinar o maior quantitativo de indivíduos com risco de desenvolver doença grave ou morrer por esta doença.
Confira o calendário de vacinação
É possível tomar a vacina em hospitais ou laboratórios particulares? Eles estão autorizados a comprar e aplicar a vacina?
Não há nenhum veto a que a rede privada disponibilize a vacina. Mas é importante ficar claro que a oferta da vacina na rede privada não é de responsabilidade do Ministério da Saúde.
Quem está fora do público-alvo para a vacinação corre algum risco se for vacinado?
A vacina é contra-indicada apenas para quem tem alergia a ovo.
Como funciona a regra das idades? Uma criança que tem dois anos e meio pode ser vacinada dentro do grupo que tem entre seis meses e dois anos de idade?
A vacina está indicada para crianças entre seis meses e menos de dois anos completos.
A vacina é aplicada por injeção ou é via oral?
Injetável, intramuscular, no braço direito ou esquerdo.
A vacina tem efeitos colaterais?
A vacina é segura e já está em uso em diversos países, sem evidências de ocorrência de eventos adversos graves associados ao seu uso. Mas é importante ressaltar que nenhuma vacina está livre de alguma ocorrência mínima de efeitos colaterais.
fonte: G1-SP
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Crianças também podem sofrer AVC
No ano passado, foram registrados 177 casos entre crianças até 14 anos.
A Secretaria de Estado da Saúde alerta para o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em crianças. Apesar de ser um problema que acomete, na maior parte dos casos, pessoas adultas, há risco também para os pequenos. Em 2008, foram registrados 266 casos, com 28 óbitos e, em 2009, foram 177, entre crianças até 14 anos de idade.
AVC ocorre quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo para determinada área do cérebro, provocando um infarto ou hemorragia. Em 90% dos casos algum membro do corpo para de funcionar. Os sintomas mais freqüentes são: diminuição da força muscular, que pode ser localizada ou generalizada, perda da consciência, defeito no campo visual, dificuldade na fala, dor de cabeça, convulsão, entre outros."
Não existe prevenção para o AVC na população infantil. Algumas crianças fazem parte de grupo de risco para o AVC, como portadores de anemia falciforme, cardiopatia congênita, hipercolesterolêmia e diabetes. Os fatores de risco da doença na infância são diferentes dos casos em adultos (hipertensão arterial, obesidade, infarto)" , afirma o neuro-pediatra do Hospital Infantil Darcy Vargas, Paulo Breinis.
Existem dois tipos de Acidente Vascular Cerebral, o isquêmico e o hemorrágico. O isquêmico é mais comum, em que há uma interrupção da passagem do fluxo sanguíneo para uma determinada área do cérebro. E o hemorrágico, geralmente o mais grave, quando acontece o derrame cerebral, no qual, além da obstrução, existe vazamento de sangue. As seqüelas podem ser reversíveis, como num AVC isquêmico pequeno ou podem deixar seqüelas neurológicas importantes. O tratamento é baseado na reabilitação multidisciplinar com fisioterapia, psicologia e outros tratamentos."
Após o primeiro episodio, é realizada uma extensa investigação (laboratorial e neurorradiológica) para determinar-se a causa. O grande objetivo é que, se soubermos a causa, temos como evitar a repetição do evento AVC. A investigação sobre as causa do AVC na infância é fundamental. Mesmo assim, apesar de todo aparato médico científico tecnológico, ficamos sem saber o que realmente ocorreu em cerca de 30% dos casos." , completa Dr. Paulo Breinis.
fonte: SeccretariaDaSaúdeSP
A Secretaria de Estado da Saúde alerta para o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em crianças. Apesar de ser um problema que acomete, na maior parte dos casos, pessoas adultas, há risco também para os pequenos. Em 2008, foram registrados 266 casos, com 28 óbitos e, em 2009, foram 177, entre crianças até 14 anos de idade.
AVC ocorre quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo para determinada área do cérebro, provocando um infarto ou hemorragia. Em 90% dos casos algum membro do corpo para de funcionar. Os sintomas mais freqüentes são: diminuição da força muscular, que pode ser localizada ou generalizada, perda da consciência, defeito no campo visual, dificuldade na fala, dor de cabeça, convulsão, entre outros."
Não existe prevenção para o AVC na população infantil. Algumas crianças fazem parte de grupo de risco para o AVC, como portadores de anemia falciforme, cardiopatia congênita, hipercolesterolêmia e diabetes. Os fatores de risco da doença na infância são diferentes dos casos em adultos (hipertensão arterial, obesidade, infarto)" , afirma o neuro-pediatra do Hospital Infantil Darcy Vargas, Paulo Breinis.
Existem dois tipos de Acidente Vascular Cerebral, o isquêmico e o hemorrágico. O isquêmico é mais comum, em que há uma interrupção da passagem do fluxo sanguíneo para uma determinada área do cérebro. E o hemorrágico, geralmente o mais grave, quando acontece o derrame cerebral, no qual, além da obstrução, existe vazamento de sangue. As seqüelas podem ser reversíveis, como num AVC isquêmico pequeno ou podem deixar seqüelas neurológicas importantes. O tratamento é baseado na reabilitação multidisciplinar com fisioterapia, psicologia e outros tratamentos."
Após o primeiro episodio, é realizada uma extensa investigação (laboratorial e neurorradiológica) para determinar-se a causa. O grande objetivo é que, se soubermos a causa, temos como evitar a repetição do evento AVC. A investigação sobre as causa do AVC na infância é fundamental. Mesmo assim, apesar de todo aparato médico científico tecnológico, ficamos sem saber o que realmente ocorreu em cerca de 30% dos casos." , completa Dr. Paulo Breinis.
fonte: SeccretariaDaSaúdeSP
Volta às aulas. Saiba como proteger suas crianças.
Coisas de criança.
Você sabia que o risco de acidentes de trânsito aumenta na faixa dos oito aos nove anos de idade? Nesta fase a compreensão é diferente da dos adultos e as crianças começam a sair das escolas sozinhas. Elas não tem a perfeita noção de quando podem ou não atravessar a rua, o que pode causar o acidente.
Distância – Tempo – Velocidade: uma criança não é capaz de avaliá-las corretamente.
Vida e morte, uma coisa só: a criança não crê na morte. Para ela vida e morte são brincadeiras e por isso ela não teme a morte. É melhor dizer que vai se machucar muito e que vai doer bastante.
Antes dos 12 anos, a criança tem muita dificuldade de se virar no trânsito, porque ela não é um adulto em miniatura. À medida que cresce, ela aprende.
De olho nas crianças
Por ser baixa, a criança não vê o que está acima dos automóveis estacionados, não sendo também vista pelos motoristas. Ela tem que ter muito cuidado ao atravessar no meio de carros estacionados. Além disso, ela vê por contrastes: precisa de 4 segundos para distinguir se um carro está em movimento ou parado. Por causa do tamanho, um carro menor de passeio lhe parece mais longe que um caminhão.
A criança sempre imita os adultos: se eles atravessam a rua, ela também acredita que pode. E se duas crianças estão juntas, de mãos dadas, ignoram o perigo.
Uma criança sempre procura satisfazer suas próprias necessidades. Por exemplo, chegar aos pais ou aos amigos que estão do outro lado da rua.
A criança e o trânsito
As falsas imagens: a rua é para ela um lugar de brincar. O automóvel parece gente e a passagem de pedestre, um lugar seguro.
Sensação de segurança: a criança pensa que nada pode lhe acontecer, principalmente perto dos pais, das babás, dos amigos, de sua casa ou da escola.
Seu campo visual é estreito. Vê somente o que está diante dela. Confunde tamanho e distância, ver e ser visto. Quanto ao som, ela não detecta bem de onde vem. Só entende os ruídos que lhe interessam.
De mãos dadas com a vida
Segure sempre firmemente a criança pelo punho (pelas mãos há ainda o perigo dela com um movimento brusco escapar), ao atravessar uma rua, pois caso contrário ela poderá soltar-se e ficar indecisa ou assustada no meio da pista. Aguarde a vez de atravessar a rua sem descer da calçada.
Olhar para os dois lados antes de iniciar a travessia, mesmo em via de mão única e sobre a faixa de pedestres. Primeiro olhe para a esquerda, depois para a direita.
Para que a criança crie o hábito de usar o cinto de segurança, é preciso que os adultos dêem o exemplo; explique que o cinto serve para sua própria segurança em caso de freada brusca do automóvel; assegure-se que o engate foi feito de maneira correta; não ceda aos apelos.
Ensine que a rua não é lugar apropriado para brincadeiras.
Insista que lugar de pedestre é na calçada, longe do meio-fio.
Você já foi criança mas talvez só agora saiba que trânsito não é brincadeira. Ensine seu filho, seu aluno. Quanto mais cedo melhor.
Gente que pensa vive mais.
fonte: DetranRS
Você sabia que o risco de acidentes de trânsito aumenta na faixa dos oito aos nove anos de idade? Nesta fase a compreensão é diferente da dos adultos e as crianças começam a sair das escolas sozinhas. Elas não tem a perfeita noção de quando podem ou não atravessar a rua, o que pode causar o acidente.
Distância – Tempo – Velocidade: uma criança não é capaz de avaliá-las corretamente.
Vida e morte, uma coisa só: a criança não crê na morte. Para ela vida e morte são brincadeiras e por isso ela não teme a morte. É melhor dizer que vai se machucar muito e que vai doer bastante.
Antes dos 12 anos, a criança tem muita dificuldade de se virar no trânsito, porque ela não é um adulto em miniatura. À medida que cresce, ela aprende.
De olho nas crianças
Por ser baixa, a criança não vê o que está acima dos automóveis estacionados, não sendo também vista pelos motoristas. Ela tem que ter muito cuidado ao atravessar no meio de carros estacionados. Além disso, ela vê por contrastes: precisa de 4 segundos para distinguir se um carro está em movimento ou parado. Por causa do tamanho, um carro menor de passeio lhe parece mais longe que um caminhão.
A criança sempre imita os adultos: se eles atravessam a rua, ela também acredita que pode. E se duas crianças estão juntas, de mãos dadas, ignoram o perigo.
Uma criança sempre procura satisfazer suas próprias necessidades. Por exemplo, chegar aos pais ou aos amigos que estão do outro lado da rua.
A criança e o trânsito
As falsas imagens: a rua é para ela um lugar de brincar. O automóvel parece gente e a passagem de pedestre, um lugar seguro.
Sensação de segurança: a criança pensa que nada pode lhe acontecer, principalmente perto dos pais, das babás, dos amigos, de sua casa ou da escola.
Seu campo visual é estreito. Vê somente o que está diante dela. Confunde tamanho e distância, ver e ser visto. Quanto ao som, ela não detecta bem de onde vem. Só entende os ruídos que lhe interessam.
De mãos dadas com a vida
Segure sempre firmemente a criança pelo punho (pelas mãos há ainda o perigo dela com um movimento brusco escapar), ao atravessar uma rua, pois caso contrário ela poderá soltar-se e ficar indecisa ou assustada no meio da pista. Aguarde a vez de atravessar a rua sem descer da calçada.
Olhar para os dois lados antes de iniciar a travessia, mesmo em via de mão única e sobre a faixa de pedestres. Primeiro olhe para a esquerda, depois para a direita.
Para que a criança crie o hábito de usar o cinto de segurança, é preciso que os adultos dêem o exemplo; explique que o cinto serve para sua própria segurança em caso de freada brusca do automóvel; assegure-se que o engate foi feito de maneira correta; não ceda aos apelos.
Ensine que a rua não é lugar apropriado para brincadeiras.
Insista que lugar de pedestre é na calçada, longe do meio-fio.
Você já foi criança mas talvez só agora saiba que trânsito não é brincadeira. Ensine seu filho, seu aluno. Quanto mais cedo melhor.
Gente que pensa vive mais.
fonte: DetranRS
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Respiração boca a boca reduz chances de sobrevivência
Diretrizes excluem procedimento da ressuscitação cardíaca e mantêm somente compressão no peito
Antes preconizada como parte importante da ressuscitação cardiopulmonar, a respiração boca a boca prejudica o procedimento e reduz as chances de sobrevivência do paciente com parada cardíaca. Estudos apontam uma taxa de sobrevivência três vezes maior em pessoas submetidas apenas às compressões contínuas no peito até a chegada de socorro. Por esse motivo, a Ilcor (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação, na sigla em inglês), entidade que reúne as principais associações de cardiologia, mudará a partir de 2010 as diretrizes para procedimentos de emergência em parada cardíaca. De acordo com a nova orientação, somente a massagem cardíaca deverá ser aplicada pelo leigo."É simples entender por quê. Quando o coração para, o mais importante é manter o fluxo sanguíneo com a compressão. A respiração boca a boca é uma das causas que levam a diminuição do fluxo," afirma o cardiologista Sérgio Timerman, do InCor (Instituto do Coração).O consenso será publicado nos principais periódicos internacionais de cardiologia em outubro de 2010, mas já vem sendo discutido em vários países, incluindo o Brasil. O voluntário deve ficar ao lado do paciente e iniciar as compressões, pressionando a região entre os mamilos 4 cm para baixo e retornando à posição inicial até a ajuda chegar.
"O leigo deve esquecer a respiração boca a boca e aplicar somente compressão a partir de agora. Essa é uma das maiores descobertas da emergência cardiovascular dos últimos tempos. Para médicos, a orientação é que a massagem deve ser prioridade, antes de se preocuparem com choque, medicamentos etc.", afirma o cardiologista Manoel Canesin, coordenador do Centro de Treinamento em Emergências Cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia.Haverá mudanças também com relação ao uso do desfibrilador. A aplicação de choque pode ocorrer antes da massagem somente até cerca de quatro minutos após a parada do coração. Depois desse tempo, a compressão deve preceder o uso de desfibrilador. Isso porque, após esse período, há alterações metabólicas no organismo e o coração precisa ser preparado com a compressão antes de receber o choque.
27/10-2009 : FOLHA
Antes preconizada como parte importante da ressuscitação cardiopulmonar, a respiração boca a boca prejudica o procedimento e reduz as chances de sobrevivência do paciente com parada cardíaca. Estudos apontam uma taxa de sobrevivência três vezes maior em pessoas submetidas apenas às compressões contínuas no peito até a chegada de socorro. Por esse motivo, a Ilcor (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação, na sigla em inglês), entidade que reúne as principais associações de cardiologia, mudará a partir de 2010 as diretrizes para procedimentos de emergência em parada cardíaca. De acordo com a nova orientação, somente a massagem cardíaca deverá ser aplicada pelo leigo."É simples entender por quê. Quando o coração para, o mais importante é manter o fluxo sanguíneo com a compressão. A respiração boca a boca é uma das causas que levam a diminuição do fluxo," afirma o cardiologista Sérgio Timerman, do InCor (Instituto do Coração).O consenso será publicado nos principais periódicos internacionais de cardiologia em outubro de 2010, mas já vem sendo discutido em vários países, incluindo o Brasil. O voluntário deve ficar ao lado do paciente e iniciar as compressões, pressionando a região entre os mamilos 4 cm para baixo e retornando à posição inicial até a ajuda chegar.
"O leigo deve esquecer a respiração boca a boca e aplicar somente compressão a partir de agora. Essa é uma das maiores descobertas da emergência cardiovascular dos últimos tempos. Para médicos, a orientação é que a massagem deve ser prioridade, antes de se preocuparem com choque, medicamentos etc.", afirma o cardiologista Manoel Canesin, coordenador do Centro de Treinamento em Emergências Cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia.Haverá mudanças também com relação ao uso do desfibrilador. A aplicação de choque pode ocorrer antes da massagem somente até cerca de quatro minutos após a parada do coração. Depois desse tempo, a compressão deve preceder o uso de desfibrilador. Isso porque, após esse período, há alterações metabólicas no organismo e o coração precisa ser preparado com a compressão antes de receber o choque.
27/10-2009 : FOLHA
Vc sabia?
WALT DISNEY ATUOU COMO SOCORRISTA E CONDUTOR DE AMBULÂNCIA DA CRUZ VERMELHA INTERNACIONAL NA FRANÇA NO ANO DE 1916.
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